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Frases do Livro A Elegância do Ouriço


Frases do Livro A Elegância do Ouriço


A Elegância do Ouriço é um livro de Muriel Barbery que recebeu críticas impressionantes e diversos prêmios e foi lançado em 2008.

À primeira vista, não se nota grande movimento no número 7 da Rue de Grenelle: o endereço é chique, e os moradores são gente rica e tradicional. Para ingressar no prédio e poder conhecer seus personagens, com suas manias e segredos, será preciso infiltrar um agente ou uma agente ou – por que não? – duas agentes. É justamente o que faz Muriel Barbery em A elegância do ouriço, seu segundo romance. Para começar, dando voz a Renée, que parece ser a zeladora por excelência: baixota, ranzinza e sempre pronta a bater a porta na cara de alguém.


Frases do livro A Elegância do Ouriço para conhecer mais esse premiado livro de Muriel Barbery


“A chata da minha irmã é uma criaturinha intolerante e neurastênica que detesta os outros e preferiria morar num cemitério, onde todo mundo está morto – ao passo que eu sou de natureza aberta, alegre e cheia de vida.”


“A ciência do que aparece à consciência.”


“A miséria é uma segadeira: ceifa em nós tudo o que temos de aptidão para o relacionamento com o outro e nos deixa vazios.”


“A vida tem um sentido que os adultos conhecem é a mentira universal em que todo mundo é obrigado a acreditar.”


“Acho que só mesmo a psicanálise para concorrer com o cristianismo em matéria de amor aos sofrimentos que duram.”


“Aliás, tenho todo o interesse em que ninguém desconfie de nada.”


“A vida tem um sentido que os adultos conhecem é a mentira universal em que todo mundo é obrigado a acreditar.”


“Como sempre, sou salva pela incapacidade dos seres humanos de acreditar naquilo que explode as molduras de seus pequenos hábitos mentais.”


“Conhece-te a ti mesmo.”


“Detesto essa falsa lucidez da maturidade.”


“É deplorável. Primeiro, acho que o sexo, como o amor, é uma coisa sagrada.”


“Elas são tão desajeitadas que parecem ter um pé-de-pato nas mãos e outro nos pés.”


“Então não vamos gastar todas as nossas forças para nos convencer de que há coisas que valem a pena e de que é por isso que a vida tem um sentido.”


“Detesto essa falsa lucidez da maturidade.”


“Escalar passo a passo nosso próprio Everest e fazê-lo de tal modo que cada passo seja um pouco de eternidade.”


“Estou prestes a murmurar como se só meu gato me escutasse.”


“Falamos de amor, de bem e de mal, de filosofia e de civilização, e nos agarramos a esses ícones respeitáveis como o carrapato sedento a seu cão bem quentinho.”


“Foi por isso que tomei minha decisão: no fim deste ano letivo, no dia dos meus treze anos, no próximo dia 16 de junho, vou me suicidar.”


“Nada nele traía outros sentimentos além da cortesia e de uma indiferença benevolente.”


“Não há amizade possível entre as classes.”


“Estou prestes a murmurar como se só meu gato me escutasse.”


“No entanto, é simples entender. O problema é que os filhos acreditam nos discursos dos adultos e, ao se tornar adultos, vingam-se enganando os próprios filhos.”


“O amor e a amizade, ainda sou muito nova para pretender alcançá-los de verdade.”


“O curso da vida se afoga no canto, há uma impressão de fraternidade, de solidariedade profunda, de amor mesmo, e isso dilui a feiura do cotidiano numa comunhão perfeita.”


“O futuro serve para isto: para construir o presente com verdadeiros projetos de pessoas vivas.”


“O interessante eram os dois humanos na ponta das duas coleiras.”


“Os adultos têm uma relação histérica com a morte, que toma proporções enormes, eles fazem um escarcéu, quando na verdade é o acontecimento mais banal do mundo.”


“Penso, logo existo.”


“Pensando bem, estamos programados para acreditar no que não existe, porque somos seres vivos que não querem sofrer.”


“Penso, logo existo.”


“Pois é, muito bem, por que não?”


“Por mais que eu seja inteligente, não sei quanto tempo ainda vou conseguir lutar contra essa tendência biológica.”


“Por muito tempo considerei uma fatalidade que a sétima arte fosse bela, poderosa e soporífica, e que o cinema de entretenimento fosse fútil, pervertido e perturbador.”


“Por um breve instante ela pareceu um fantoche desarticulado, soltando um grande assobio corporal.”


“Quem semeia desejo colhe opressão.”


“Porta de correr, por sua vez, evita os obstáculos e magnífica o espaço. Sem modificar o equilíbrio, permite a metamorfose.”


“Portanto, tomei minha decisão. Breve vou sair da infância e, apesar da certeza de que a vida é uma farsa, não creio que conseguirei resistir até o fim.”


“Quando entrar na corrida dos adultos, ainda serei capaz de enfrentar o sentimento do absurdo? Não creio.”


“Quem semeia desejo colhe opressão.”


“Recomendações à senhora sua mãe.”


“Será esse o preço a pagar pelo amor, um fim de vida sem esperança numa promiscuidade sórdida?”


“Vocês não sentem quando alguém tem raiva de si mesmo?”


“Será isso o amor materno, essa intuição no coração diante do desastre, essa fagulha de empatia que permanece mesmo quando o homem está reduzido a viver como um bicho?”


“Seria tão melhor se compartilhássemos de nossa insegurança, se nos puséssemos todos juntos dentro de nós mesmos para dizer que as vagens e a vitamina C, ainda que alimentem o bicho, não salvam a vida e não sustentam a alma.”


“Um pouco como alguém que teria más amizades e descobrisse outra via ao encontrar alguém bom.”


“Vocês não sentem quando alguém tem raiva de si mesmo?”


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